Por que não?

agosto 23, 2019
aceitar Jesus porque não

 A gente cresce ouvindo falar que é normal ter desilusões, que é normal sofrer, que é normal quebrar a cara. E, como seres humanos, somos obrigados a concordar que estamos realmente sujeitos a passar por situações ruins ao longo da vida. Isso faz parte de quem nós somos.
 Mas, ao olhar para trás, quantas coisas não se percebe que poderiam ter sido diferentes? Aquelas pessoas que você lutava para ter um resquício de atenção delas e hoje em dia nem sequer consegue entender o porquê. Aquelas pessoas que você fez de tudo para manter ao seu lado, mas hoje sabe que ela não ter ficado foi libertador.
 Há muitas dores e sofrimentos que poderiam ser evitados. As pessoas aprendem vivendo, sim, mas há como aprender vendo o erro dos outros também. Ou, aliás, para que aprender certas coisas? Acredite, às vezes é bem melhor manter a ingenuidade.
 Saber que a trajetória de vida é um balanço de erros e acertos, tem dado respaldo para que erros sejam cometidos sem moderação. E o coração vai calejando, vai acumulando mágoa, cicatrizes ou, pior ainda, feridas abertas. Coisas que parecem que nunca vão passar, nunca vão curar.
 Chega um momento em que se esconder do mundo parece ser a única solução para parar de se machucar e não deixar à mostra tudo que já aconteceu. Quanto mais se afoga na dor, mais ela consome a alma. Tudo que se passa a desejar é que essa dor desapareça, que os problemas sumam, que o fardo fique mais leve, porque não dá mais para aguentar.
 Não há uma poção mágica que faça isso acontecer. Mas há alguém. Não um ser humano, porque as pessoas são muito falhas. Mas um Deus. Um Cristo. E Ele prometeu que o jugo dEle é suave e o fardo dEle é leve (Mateus 11:30). E, mesmo assim, quando os pés sangram e doem demais para conseguir carregar qualquer coisa por mais um passo, Ele pega no colo (Isaías 46:4).
 Não é fácil acreditar e aceitar que Jesus, que nem pode ser visto como as pessoas vêem umas às outras, é capaz de aliviar tamanha angústia. Mas, se o ser humano não consegue, porque não se render a alguém que já te libertou, morrendo em uma cruz? Ele já escolheu cada um. Basta que cada um use seu livre arbítrio para escolhê-lo também. No final, se descobre que ser feliz é fácil, o homem é que complica.

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